A atacante da Seleção Argentina conversou com Ojo el Caño e contou sobre sua estreia na Copa América feminina de 2025.
Paulina Gramaglia, atacante daSeleção Argentina, conversou exclusivamente com Ojo el Caño depois que a Albiceleste se classificou para as semifinais em sua terceira partida do fase de grupos da Copa América 2025.
“Para mim é uma novidade porque é a minha estreia na Copa América e estou muito feliz por estar aqui”, disse ele após chegar à fase final, onde a Argentina enfrentará a Colômbia, na segunda-feira, às 21h. (horário da Argentina).

Gramaglia relembrou a partida inaugural da participação da Argentina, contra o Uruguai: "Na primeira partida tive muitas emoções. Tive que ficar no banco, mas tocou o hino e meus olhos se encheram de lágrimas. Ter mais uma vez a possibilidade de representar a seleção nacional é motivo de orgulho e é muito bom." A Argentina se classificou com nota perfeita para as semifinais da competição, algo que também aconteceu em 2006, único ano em que a albiceleste se consagrou no torneio.
"Temos consciência da importância de termos cumprido primeiro o primeiro objetivo. Estamos muito felizes que esteja acontecendo desta forma, as vitórias dão muita confiança", disse Pauli. Porém, não foi a única seleção a conseguir o mesmo, já que no grupo B o Brasil está na mesma situação.
Gramaglia participa do Red Bull Bragantino do país vizinho e explicou por que os cariocas são tão fortes no futebol feminino: "Os motivos são muito diversos, mas um deles é que o Brasil compete há muito tempo, é perceptível como o país está ganhando cada vez mais dinheiro não só em torneios locais, mas também em nível de seleção; pelo número de pessoas, é o país com mais população da América do Sul, há muitos fatores que tornam o Brasil tão competitivo."
O atacante se despediu com uma mensagem aos torcedores da Seleção Argentina: “O ideal para nós é que nos acompanhe, nos siga, esteja atento ao que está acontecendo e nos incentive."

